CAPÍTULO 37

“Kim Na-Ri”

Então esta é a tal da Ilha Grande. Grandes merdas, isso sim. Gente feia e com cara de pobre. Tão diferente da minha querida Seul. Tiro o lenço do meu bolso e seco o suor que teima em escorrer por minha testa. De-tes-to. Suor é coisa de gentinha.

— Vamos lá! Não quero ninguém se perdendo! Às 14 horas voltaremos para o navio. Não quero ninguém saindo debaixo dos meus olhos. Estamos entendidos?

Grito colocando ordem na zona. Esse bando de velhas deslumbradas e essas solteironas desesperadas me dão nos nervos. Espero que não bebam demais e que se comportem.

Olha! Um oásis no meio de toda essa confusão. Talvez eu consiga uma boa garrafa de água gelada para aplacar a minha sede e meu calor.

Entro no bistrô. O primeiro restaurante que vejo e que vai me salvar de pegar esse sol na minha cabeça. Droga! Mas a turminha da loira descabelada está aqui. Não vou entrar por esta porta não. Vou pelos fundos.

Sigo por trás do bistrô e pego um caminho de pedras. Até que é jeitosinho por aqui
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