O cheiro daquele consultório era um soco no meu estômago.
Nunca fui fã de hospital, me faz ter sensação de fim de vida, só parada ruim.
Estava ali, parado como um poste, sentindo minha mandíbula travar enquanto aquele médico de óculos na ponta do nariz olhava os exames da Maya como se estivesse lendo uma sentença.
— Quais os seus nome?
ele soltou, sem nem olhar pra gente.
— Oliver, e ela é a Maya.
respondi, minha voz saindo num rascunho de rosnado. Eu estava por um fio.
— E ent