Se eu tivesse perdido esse bebê naquele depósito... eu nunca, em toda a minha existência, me perdoaria.
Senti o olhar do Oliver em mim.
Eu sabia que, enquanto eu me afogava em culpa, ele estava construindo muros de concreto ao meu redor. Dava para sentir a energia dele: possessiva, protetora, letal.
— Quero contar para o pessoal.
ele disse, a voz rouca quebrando o silêncio.
— Tá...
respondi baixo, sentindo um calorzinho começar a substituir o gelo no peito.
Ele não perdeu tempo.