CAPÍTULO 11

OLIVER:

Bato na porta da varanda com tanta força que o vidro vibra.

— porra!

Travo a mandíbula até sentir os dentes estalarem. Aquela garota é impossível.

Ofereço a mão e ela me cospe no rosto com uma história de ninar sobre vício da mãe. Ela não quer ajuda?

Pego o celular com as mãos ainda trêmulas de raiva. Nunca vi isso.

Alguém passar por um abuso evidente, ter a chance de justiça e preferir mentir para proteger o agressor ou para se proteger de uma verdade que ela não aguenta
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