POV: AYLA
As palavras me acertaram como um soco no peito. Uma lágrima quente escorreu pela minha face gelada. Meus lábios tremiam, os dentes batendo uns contra os outros. Por um segundo, a dúvida me sufocou.
“Talvez seja verdade… sou só um contrato. Um erro.”
Respirei fundo, trêmula, e ergui o queixo em desafio, sustentando o olhar dele mesmo com a lâmina a milímetros dos meus olhos.
— Pelo menos ele não é um covarde como você — cuspi com desprezo, a voz rouca, mas firme. — Que precisa sequestr