Capítulo. 57 A Maldição do Destino
Kan caminhava de um lado para o outro dentro do escritório silencioso. As janelas fechadas, o relógio marcando quase meia-noite, e ainda assim o calor pulsante em sua pele não diminuía. Desde que Maya saíra da empresa, ele sentia o coração pesado, como se algo o puxasse para um lugar que não compreendia ou pior, que se recusava a aceitar com todas as suas forças mesmo que seu lobo uivasse, ele gritava não agressivamente de volta.
As mãos cerradas nas laterais