Dio... amanhã à noite, tudo pode mudar.
O dia passou lento, arrastado como um filme em câmera lenta. Cada minuto parecia pesar em meus ombros, como se o tempo estivesse me testando, brincando com minha ansiedade. Meu coração, inquieto, batia num ritmo que não obedecia à lógica. Eu estava nervosa, ansiosa, inquieta... só conseguia pensar no dia de amanhã.
Dei graças a Deus quando Felipe chegou da escola dizendo que tinha dever de casa. Foi como um alívio, uma desculpa perfeita para ocupar minha mente com algo real, concreto, que me tr