O dia amanheceu claro depois da chuva, com um céu lavado que parecia mais alto. A fazenda respirava diferente — não por milagre, mas por consequência. A terra ainda úmida devolvia cheiro de vida, e o verde, mesmo contido, insistia em aparecer nos cantos.
Isabella sentiu isso antes mesmo de abrir os olhos. Havia um cansaço novo, mais profundo, que não doía — apenas pedia cuidado. Ela se espreguiçou devagar, respeitando o próprio ritmo, e ficou alguns segundos observando o teto, como quem escuta