O dia seguinte amanheceu com um céu aberto demais para prometer qualquer coisa além de trabalho. O azul era limpo, quase exagerado, e o sol subiu rápido, como quem não pede licença. A fazenda respondeu do jeito de sempre: barulhos conhecidos, rotinas retomadas, a vida insistindo em seguir seu curso sem cerimônia.
Isabella acordou com o canto distante de um galo e ficou alguns segundos deitada, assimilando o dia. Já não havia aquela sensação de começo frágil, nem o peso esmagador do luto recente.