A conversa sobre o futuro começou sem cerimônia, como quase tudo entre eles. Sentados lado a lado na varanda, os pés balançando no ar, Rafael dedilhava o violão distraído, enquanto Isabella brincava com o anel no dedo, ainda se acostumando à presença dele ali — real, concreto, definitivo.
— A gente precisa falar sobre… — ela começou, rindo de si mesma.
— Tudo? — Rafael arriscou.
— Pelo menos o que vem antes do “felizes para sempre”. — respondeu, empurrando-o de leve com o ombro.
Ele riu.
— Cert