A noite se aprofundou sobre a fazenda com um peso diferente. Não era mais o choque da perda, mas o cansaço que vem depois, quando o corpo finalmente entende o que o coração já sabe. As luzes da casa permaneciam acesas, suaves, como se ninguém quisesse permitir que a escuridão tomasse tudo de uma vez.
Isabella permaneceu sentada na varanda por muito tempo depois que Rafael guardou o violão. O som das últimas notas ainda parecia pairar no ar, misturado ao cheiro da terra recém-revolvida no pomar.