O sol nasceu preguiçoso sobre a fazenda, espalhando luzes mansas pelos campos ainda úmidos do sereno da madrugada. O galo cantou, e o som ecoou entre os currais, como se nada tivesse mudado. Mas, para Isabella, tudo parecia diferente. Ela acordou antes do dia clarear, incapaz de dormir desde a noite anterior. A canção ainda tocava em sua cabeça, verso por verso, como se Rafael estivesse ali, sussurrando cada palavra ao pé do seu ouvido.
“Se o destino quiser, eu volto pra casa...”
O rádio ainda