O sábado amanheceu com um sol tímido, filtrado pelas nuvens claras que pairavam sobre Belo Horizonte como um aviso gentil: o dia seria calmo. Isabella abriu as janelas da casa nova e deixou o ar entrar, carregando um cheiro diferente — menos terra, mais concreto quente —, mas já não estranho. Era apenas outro tipo de começo. Clara apareceu logo depois, arrastando o cobertor pelo corredor.
— Mamãe… — chamou, com a voz ainda cheia de sono.
Isabella se abaixou e abriu os braços. A menina veio sem