Vitória,
Paramos de frente a um hotel. Meu coração dispara, pois, independente do horário, sempre tem pessoas andando dentro deles. A fachada é toda revestida em vidro fumê, muito elegante. Ele abre a porta do lado dele e desce, dá a volta no carro e abre a porta do meu lado. Tira a ponta da coleira do gancho e me puxa para fora. Por sorte, estou com o pano na cabeça, assim, ninguém poderá ver quem eu sou.
– Fique de cabeça baixa. Não quero que olhe e nem fale com ninguém a não ser que eu mande