Mundo ficciónIniciar sesiónSeis anos atrás, Aline Ribeiro era uma herdeira rica, mimada e arrogante, nunca manchadas pelo trabalho duro. Mateus Barros era um gênio de origem humilde, vestindo camisas baratas, pobre e orgulhoso. Seis anos mais tarde, Aline lutava para sobreviver como uma mãe solteira, vivendo na humildade e solidão, enquanto Mateus se erguia como uma figura imponente na lista de bilionários da Forbes, com uma grandiosidade sem igual.Ao se reencontrarem, ele, com os olhos vermelhos de raiva, sussurrou ao seu ouvido, cheio de rancor: - Aline, graças a você, o Mateus de hoje existe. Ela, segurando as lágrimas e sorrindo destemidamente, retrucou: - Então, Sr. Mateus, você deveria me agradecer. Sem mim, você ainda seria aquele pobre garoto sem nada.Mais tarde, num momento de raiva e dor, Mateus a encurralou, questionando:- Aline, como você ousou se casar e ter uma filha com outro? Depois disso, diante do vasto e profundo mar, ela pulou:- Mateus, esta vida eu lhe devolvo. Agora, não lhe devo mais nada. E então, Mateus, como se estivesse louco, procurava por uma mulher chamada Aline - alguém com a sua voz, sua aparência, seu jeito - porque ela tinha que ser ela, só poderia ser ela. Ele disse: - Aline, volte, estou disposto a repetir o passado, desta vez, até minha vida eu dou.[Aviso: O enredo é dramaticamente intenso, misturando doçura e sofrimento.]
Leer másS. Vitor é uma cidade do sul, tão próspera quanto Aeminium, com uma noite clara e alta visibilidade. Ela podia até ver o centro da cidade não muito distante, iluminado brilhantemente. O edifício icônico em forma de esfera era o Hotel Península. Ela ficou olhando para ele por um longo tempo... Na manhã seguinte, ela partiria para o País M para receber tratamento. Mais de dez mil milhas náuticas de distância... Daqui para frente, separados por uma distância tão vasta, seria difícil para eles se encontrarem novamente. Ela silenciosamente fechou a janela e puxou a cortina. Se ela decidiu não ser mais Aline, então tudo relacionado a Aline deveria ser deixado no passado. ... Dentro do Hotel Península. Pedro bateu na porta e entrou: - Sr. Mateus, eu pedi sua refeição, logo o garçom do hotel a trará. Mateus guardou a foto que estava segurando. - Alguma notícia da Aline? Pedro balançou a cabeça: - Por enquanto... ainda não. Sr. Mateus, agora que pedimos ajuda ao
Dois dias depois, Aline partiria para o País M para tratamento. Na véspera da partida, Sr. Marcelo visitou-a novamente no hospital. Desta vez, ele trouxe uma fotografia: - Aline, esta garota na foto é você, não é? A foto mostrava ela e Mateus brincando de guerra de neve num dia de nevasca. Ela queria negar, mas a garota na foto era idêntica a ela. Sem poder refutar, seu rosto empalideceu instantaneamente: - Sr. Marcelo, como... como você conseguiu essa foto? - Então, você realmente é a esposa do Mateus? Esposa? Aline deu um sorriso amargo e resignado: - Esposa? Eu não tenho esse título. Eu não sou esposa dele, nós... isso já se tornou impossível há muito tempo. - Então, o que vocês eram? - Nós namoramos durante a universidade, apenas ex-namorados. Mas se fossem apenas ex-namorados, por que Mateus faria um esforço tão grande para vir a S. Vitor só para pedir que o procurassem? Um esforço que ele claramente estava disposto a pagar qualquer preço. Marcelo,
- Sr. Marcelo, vou viver bem, pode ficar tranquilo. Mesmo que fosse apenas para retribuir a Sr. Marcelo, ela faria de tudo para seguir em frente. Marcelo tinha acabado de deixar o hospital. Seu celular tocou, mostrando o nome Ivan na tela. - Pai, o pessoal do Grupo SY chegou, Mateus veio pessoalmente. Eles estão na sala de conferência número um esperando o senhor para assinar o contrato. - Ok, estou indo agora. ... Na sala de conferências do Grupo Windrow, um homem estava de pé ao lado da janela, com uma postura imponente. Logo, Marcelo e Ivan chegaram. - Sr. Mateus, é um prazer conhecê-lo finalmente. Há muito tempo ouço falar do senhor. Sr. Marcelo avançou e apertou a mão de Mateus. A negociação correu tranquilamente. Uma hora depois, o Grupo Windrow e o Grupo SY assinaram um acordo de fornecimento. Nesta visita a S. Vitor, Mateus trouxe apenas um assistente, Pedro. Marcelo estava um pouco surpreso: - Realmente não esperava que o Sr. Mateus viesse pessoal
- O que você disse? O pai quer que a Aline use a identidade da Felícia para tirar o visto? A Aline é o quê? Ela é só um cão vira-lata que o pai recolheu! Luna estava à beira de um ataque de nervos ao saber disso. Anos atrás, quando Sr. Marcelo a tirou do orfanato, também foi ele quem lhe deu o nome: - Luna. Um nome que significa lua clara e brilhante, sugerindo que todos os astros giram ao redor da lua. Naquela época, ela adorava o nome. Depois de se tornar a filha adotiva de Sr. Marcelo, ela não precisou mais suportar o bullying no orfanato ou comer restos de comida. Desde que se tornou Luna, parecia que sua vida tinha entrado em modo cheat. Mas por mais que seu nome fosse celebrado, não se comparava ao de Felícia. Felícia, a filha biológica de Sr. Marcelo. O nome, significando 'alegria', refletia a única esperança do pai: que ela tivesse uma vida de paz, alegria e risadas. Ao telefone, Luna disse para o assistente: - Que história é essa da Aline, hein? O pai d





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