Mundo ficciónIniciar sesiónSavannah es una emigrante que ha logrado llegar a su destino después de sufrir muchas cosas en su travesía por las distintas fronteras que cruzo. Vio y escucho las más terribles calamidades, pero lo logro, una nueva vida la espera, con su hermana como apoyo se establece en la enorme capital, allí consigue su primer trabajo y conocerá a Burka. Un empresario exitoso, CEO de su propia empresa, quien conoce en el pequeño café de mama bella, Savannah nunca ha estado enamorada y Burka se aprovechara de su inocencia, sin esperar caer rendido por ella. Pero no todo es sencillo, saber las verdades que rodean a Burka hará casi imposible para ella soportar todos eso sentimientos nuevos por ese ser celestial que no se sabe si llego para salvarla o para apresarla en su mundo de mentira y falsedad.
Leer másSTELLA HARPER
Eu fiquei olhando o teste de gravidez em cima da bancada, repetindo para mim mesma: para, Stella, não podia ser, não era.
Havia semanas que eu vinha me enganando, mas o atraso, as tonturas, o enjoo... já tinham virado rotina.
Finalmente, não resisti.
Três meses atrás, eu havia assinado um contrato com Damian, meu chefe.
No contrato, eu me comprometia a satisfazer suas necessidades sexuais em sigilo absoluto e com a condição de tomar anticoncepcionais regularmente para evitar qualquer gravidez. Se uma gravidez acontecesse, eu teria que pagar dez vezes o valor que ele me pagava, uma quantia impagável para mim, que ainda estava lutando para pagar as dívidas de jogo do meu pai falecido.
A lembrança da noite anterior ainda queimava sob minha pele.
Fechei os olhos e, por um instante, fui arrastada de volta para aquele quarto, o cheiro dele ainda impregnado nos lençóis, a penumbra cortada apenas pela luz fraca do abajur, a respiração ofegante que preenchia o silêncio. Damian me deitou sobre os travesseiros como se estivesse manuseando algo frágil, seus olhos estavam escuros. Cravados nos meus com uma intensidade que me fez esquecer por um segundo que aquilo era um contrato. Ele se inclinou sobre mim e seu hálito tocou minha pele antes dos lábios. O primeiro beijo não foi na boca, foi na curva do meu pescoço. Meu corpo reagiu antes da minha mente, arqueando sob ele, entregando-se àquele toque como uma condenada ao prazer. Suas mãos deslizaram pelas minhas coxas, firmes, exigentes. — Olhe pra mim. — ordenou, quando me penetrou de uma só vez, os olhos dele nos meus, como se quisesse me ver ruir por dentro. E eu olhei. O mundo desapareceu. Tudo o que existia era ele dentro de mim, o peso do seu corpo sobre o meu, o calor insuportável da pele dele na minha. Ele se movia com força, seus dedos entrelaçaram-se nos meus por um breve instante, e quando percebi, ele já tinha soltado. Como se tivesse se traído. Eu queria não sentir nada. Mas meu corpo gritava por ele como se tivesse sido moldado pra isso.— Damian...
Conseguia ouvir o som da minha própria voz gemendo o nome dele.
Abri os olhos, voltando a realidade.
Um soluço escapou da minha garganta antes mesmo que eu pudesse contê-lo. Inclinei a cabeça para trás, tentando manter o ar nos pulmões.
Tomo coragem pegando o teste e com passos trêmulos, me aproximo do banheiro. Meus dedos tremiam quando segurei a embalagem e a rasguei. Meu estômago se revirou com tanta força que precisei me apoiar na pia para não desabar. Segui as instruções como uma máquina, quase sem pensar, tentando bloquear o pânico que ameaçava me engolir. Coloquei o teste sobre a pia e recuei, como se ele fosse radioativo. Três minutos. Era o que o manual dizia. Comecei a andar de um lado para o outro no espaço apertado, com os braços cruzados sobre o peito. "É impossível. Eu tomei o remédio certinho, fiz como ele mandou, assim como dizia o contrato. Tenho que estar protegida." O alarme no meu celular soou. Respirei fundo e caminhei de volta à pia. Quando finalmente olhei para o visor. Duas linhas. Era positivo. — Não… — sussurrei. — Não, não pode ser… Meu celular começou a vibrar em cima do balcão, tirando-me do estado de choque. Peguei-o com mãos trêmulas. Damian. Engoli em seco e atendi. — Que mensagem é essa de que você não vem trabalhar hoje? — ele perguntou, parecendo irritado. Tentei controlar a voz. — Eu... eu não estou me sentindo bem. Silêncio. Depois, um riso curto e sem humor. — Ah, de novo essa história? — ele resmungou. — Já fui gentil o suficiente ontem à noite. Não temos motivos pra isso, Stella. Meu coração batia forte demais. A verdade estava presa na garganta. Eu precisava dizer. Eu precisava... — Damian, eu… — Chega de drama, Stella. — ele cortou, ríspido. — Vista-se e esteja no escritório até às nove. A ligação terminou. Olhei para o visor, para o reflexo distorcido do meu rosto na tela preta. Ele desligou antes de me ouvir.As lágrimas vieram silenciosas no começo, depois em soluços que sacudiam meu corpo inteiro, sentei no chão e enterrei o rosto nas mãos.
Ouvi o som da porta da frente se abrindo mas não me mexi.
— Stella? — a voz de Leah, minha melhor amiga, ecoou pelo apartamento, cansada depois do trabalho. — Cheguei!
Não respondi. Não conseguia. — Stella? — ela apareceu na porta do banheiro e parou ao me ver no chão, em prantos. — Meu Deus… o que aconteceu? Leah correu até mim, ajoelhando-se e me puxando para seus braços. — O que foi? Você está machucada? — Eu… eu estou… — minha voz saiu aos soluços — eu estou grávida… — Grávida? — ela repetiu, surpresa, olhando para os testes caídos no chão. Então me envolveu em um abraço mais apertado. — Oh, Stella… — Eu quebrei o contrato. — sussurrei contra o ombro dela. — Eu tenho que pagar dez vezes o valor que recebi. Eu não tenho esse dinheiro, Leah. — Falei em sussurro, com os olhos fixos no vazio.— É impossivel pagar dez vezes o valor que ele me pagou nesses três meses — Stella… — Leah murmurou, com um olhar preocupado. — Eu não tenho escolha. — minha voz saiu baixa, quase sem vida. — A única saída... é interromper a gravidez. Antes que fique tarde demais. — Calma, vamos para a sala, se acalmar e beber uma água. — Me deixei ser arrastada por ela, sentei e em seguida bebei a água que ela me entregou. — Você estava dizendo que vai... que está pensando em... Assenti com um movimento trêmulo da cabeça, o estômago se revirando ao pronunciar em silêncio a palavra que eu não conseguia dizer em voz alta. Abortar. — Eu não posso ter esse bebê, Leah. Ele vai me destruir. Ele vai achar que eu fiz isso de propósito. Vai me odiar. Vai me demitir. Vai me processar. — Mas… é isso mesmo que você quer? Você tem certeza? Abri a boca para responder. Mas nada saiu. Por um segundo, vi um vulto vago no futuro. Uma criança. Pequena. Frágil. Me chamando de mãe. Meu peito apertou. E dessa vez não foi medo. — Eu... — levei a mão ao ventre. — Eu não sei. Eu não sei o que fazer, Leah. Mas... e se isso for tudo o que eu tenho? E se esse bebê for... a única parte boa de tudo isso? Ela se inclinou e segurou minhas mãos. — Então ouve o que eu vou te dizer. — seus olhos estavam cheios de ternura. — O Damian pode parecer um monstro, mas ele não vai te prender a um contrato agora. É uma vida. Um filho dele. Você precisa contar. Antes que decida qualquer coisa, antes que vá para qualquer clínica, você precisa contar pra ele. Tenho certeza que ele não leva esse contrato tão a sério, era só uma forma de se precaver, você vai ver. Mas eu não acreditava. Ele levava tudo a sério, e pior, pensaria que eu engravidei de propósito na intenção de usar esse pequeno herdeiro para disputar a herança dele. — Espera… — falei, quando a TV ligada na sala chamou minha atenção. Na tela, estava uma notícia que me esmagou: Damian Winter ficou noivo de Sophie Pósitron, herdeira de uma família rica. Eu engoli em seco. Senti uma pontada de dor no ventre.Burka Arslan —Liebana… — odio que me toque, pero debido a que acepte el trato parece un maldito chicle, se arrodilla y cierro los ojos, no enciende nada en mi… mi miembro sigue flácido a pesar de sus intentos por despertar mi interés. Me levanto para que no se avergüence y comience una pelea, lleva intentando una maldita semana, Pero no es Savannah, el simple olor me da náuseas. —Asi no voy a salir embarazada nunca Burka, si no pones de tu parte no estamos haciendo nada — se levanta y se coloca una bata para tapar su cuerpo desnudo, es una mujer hermosa, Pero no la mujer para mí. Salgo afuera a ver el mar, ahora mismo estamos de paseo en unos de mis yates, pensó en que sería bueno pasar tiempo juntos en lugares neutros, yo solo veo a Savannah aquí estando solo conmigo, desnuda, mientras me la follo por cada maldito rincón. Entro de nuevo por teléfono, ya está anocheciendo, debí dejar mis deberes en la empresa para cumplirle el capricho, pienso en escribirle a Savannah, tengo días
Savannah Pérez Las clases comienzan, la rutina ya atareada que traía se me multiplica, el en restaurante de Cata me ayudan con el horario, Pero Burka tiene razón, no estoy rindiendo, el trabajo, la universidad y las horas con el me están consumiendo. —Hola guapa! ¿Cómo amaneció ese cuerpo trabajador? — Es Chelsea, una chica de salón de clases, ha Sido súper buena onda conmigo, me acogió desde el primer día, deduciendo que era extranjera y que me veía super perdida y nerviosa. —Hoy mejor, ayer tuve día libre y descanse… — aunque me tocó lavar, limpiar y organizar un poco el departamento, había polvo y me da vergüenza que Burka vea el depa así, además estuvo en la tarde un par de horas, lo que me sirvió de ejercicio extra, aún así se fue temprano y pude descansar toda la noche. —Me alegro, ¿Trajiste la historia de la recetas?, me costó conseguir las originales.Resoplo — Si, eso se llevó parte de mi día libre también, descargue algunos libros con temas al respecto y conseguí algunas
Savannah Pérez —Te mandaré para el pasaje para que vayas a conocer en lo que esté mucho más estable, es un lugar hermoso, totalmente distinto a esto, a América, no se parece en nada, ya verás y... Podrías plantearte vivír allá conmigo, no se… dependiendo de cómo fluya todo — suspiro, se exactamente a lo que se refiere.—Lo pensaré en cuanto tenga el titulo, eso me ayudara a conseguir un puesto mejor para trabajar, solo son tres años, aunque lo de visitarte si te tomo la palabra hermana, claro que me encantaría conocer Rusia, jamás pensé conocer estados unidos, y gracias a ti estoy aquí…. Estamos en el aeropuerto esperando que llame su vuelo, las horas pasaron demasiado rápido, no me parece suficiente.—Me alegro que estés bien y que ese mal nacido no haya logrado su objetivo, estaré tranquila cuando esté tras la rejas. —Ya casi no pienso en eso, gracias a Burka estoy segura. —Ese hombre siente algo más que deseo por ti, Pero está casado…. — me encojo de hombros, antes era algo que
Burka Arslan Me quedo con las ganas de seguir en la faena con Savannah, sin embargo llegó a mi departamento satisfecho por el acto, cada día me gusta más, me fascina como se deja llevar, como se deja hacer, como su cuerpo reacciona ante mi tacto, ante mis caricias y mis besos, como ya no es tan tímida, ser solo quien la ha tocado me pone al límite. Entro a mi habitación y me freno al ver un bulto en mi cama, he encendido la luz, por lo tanto se remueve. —Liébana, ¿Qué carajos haces aquí? — mi voz retumba entre las cuatro paredes, ella se acomoda y me da la cara, me observa con los ojos abiertos de arriba abajo. —Tu, tu madre — se sienta aún observandome — ¿Dónde estabas? —No es tu maldito problema, ¿ haces aquí? — paso la mano por mi rostro exasperado. —Tu madre logro que me dejarán entrar, dijo que aceptarías el trato y que lo intentaríamos por el siguiente año… así que aquí estoy — la sabana cae y su cuerpo desnudo queda a la vista. —Aun no he aceptado ningún puto trato conti





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