O vazio respirou.
Não como vento.
Não como magia.
Mas como uma criatura gigante, antiga demais, profunda demais.
A Filha Perdida se ajoelhou — algo que ela NUNCA tinha feito.
A mãe de Lyria caiu para trás, pálida, tremendo.
Kael segurou Lyria pela cintura, instintivo.
Elyon ficou do outro lado, pronto para matar ou morrer sem hesitar.
A voz ecoou pela segunda vez — tão antiga que o ar parecia congelar com cada sílaba.
“LYRIA.”
O vazio se abriu como um véu rasgado…
…e uma figura surgiu.
Não t