A tampa da caixa de madeira ainda estava aberta quando o celular de Henrique vibrou.
Era um número desconhecido, ele colocou no viva-voz.
— Encontraram o cofre.
A voz era fria, inconfundível. O homem de preto.
— Onde está a Maytê? — Gustavo apertou os punhos.
— Você continua fazendo a pergunta errada.
— Eu só vou fazer essa pergunta até ela voltar para mim.
Houve alguns segundos de silêncio e depois, uma risada baixa.
— Então corra. Porque ela acabou de fugir.
A ligação foi encerrada, o