O hospital Saint Elric parecia ainda mais vivo à luz da madrugada do que sob o peso do tempo. As sombras se moviam como se respirassem, e as paredes, cobertas de mofo e lembranças, pareciam pulsar com uma memória própria. Kieron manteve os dedos firmes sobre o colar que Evelyn lhe deixara — um pequeno cristal azulado que vibrava sutilmente quando almas se aproximavam. Naquele momento, ele pulsava como um coração em desespero.
O médico — ou o que restava dele — observava-o do centro da sala 24,