Cristina
Cillian retirou o tênis esportivo e se deitou ao meu lado, de barriga para cima. Eu me deitei no seu peito, juntando o meu corpo a lateral do seu. Ele estava tenso e parecia paralisado, mal respirava, e o seu coração batia muito acelerado.
— Você está muito tenso. Prefere dormir sozinho?
— Faz muito tempo que não durmo com alguém.
— Tudo bem se quiser ir embora. Não quero que fique só para me agradar. — Sentei-me na cama, fechando o robe.
Cillian fechou os olhos e respirou fundo.