Os risos não cessavam, André estava inquieto, mas feliz. Andando de um lado ao outro do seu covil, torcendo para que, ao menos desta vez, algo de muito ruim tivesse acontecido. Almejava que o cão estivesse morto. Seria o suprassumo da noite. Para comemorar o feito, serviu-se de um copo duplo de uísque e acendeu um cigarro e, enquanto baforava e vertia a bebida, ria da cena gravada em sua mente. O desespero da Amanda era sua parte preferida.
— Vadia, aquele saco de pulgas deve estar destroçado.