O medo a paralisou, Amanda segurou as lágrimas e sentiu o gélido sangue escorrer por seu braço. Ela estava inerte, os paramédicos falavam com ela, mas nenhum movimento, palavra ou uma pequena ação que fosse vinha dela.
A única coisa que passava por sua mente, era o André descontrolado cuspindo ódio e, em seguida, golpeando Raul que como um herói partiu em defesa da amada. Ela nem sequer lembrou-se de seu próprio ferimento, a ortopedista fora atingida, mas isso pouco lhe importava, só desejava q