O silêncio da floresta ao sul era enganador.
Hadassa e Lee caminhavam entre as árvores ancestrais, guiados apenas pelas runas brilhantes nas pedras e nos troncos tortuosos. A mata era fechada, sufocante, como se a própria floresta estivesse contendo a respiração diante do caos que se aproximava.
— Já estamos longe demais da nossa terra — murmurou Hadassa, a voz baixa, quase como uma oração. — Não sei se os antigos nos reconhecerão aqui.
Lee apertou sua mão, seu olhar firme.
— Eles reconhecerão.