CAPÍTULO 119 Desirée

Saio do banheiro e vejo Íris em pé no berço, suas mãozinhas delicadas agarradas à grade de madeira. Quando ela me vê, abre um sorriso perfeito, mesmo sem dentes. Ela começa a bater as mãos no berço, em um gesto animado que a faz balançar os cachinhos ruivos, rindo e estendendo os bracinhos para mim.

Minha filha é uma mini versão de mim mesma, mas seus olhos... Ah, os olhos são verdes como os de Otávio. Acho que amava tanto o olhar dele que Íris nasceu com o mesmo brilho.

— Você acordou cedo hoj
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