Acordo com os primeiros raios de sol iluminando o quarto. Olho para o teto e vejo a luz dourada do amanhecer se espalhando suavemente pelo ambiente. Viro-me na cama, sentindo meu corpo protestar pela intensidade da noite anterior, mas um sorriso surge em meus lábios ao encontrar Otávio. Ele dorme pacificamente ao meu lado.
Levo minha mão até sua barba, traçando com delicadeza a linha da sua cicatriz. Não é um corte grande, tem aproximadamente o tamanho do meu dedo indicador, mas, pelo relevo e