Alessandro
— Perdoe-me, padre, porque o meu coração arde em ódio e desejo de matar.
A voz trêmula saiu do outro lado da cortina, em um tom assombroso.
— Meu filho, a Deus pertence a vingança. O cálice do ódio envenena a si próprio.
— Não temo a morte... padre — respondi, pensativo — o meu único medo é morrer sem levar para o inferno comigo os meus inimigos.
Padre Giancarlo saiu detrás do biombo onde estava e parou diante de mim, com os olhos arregalados.
— Ale-Alessandro — ele sussur