Maya acordou com o som suave de passos pequenos correndo pelo corredor.
— Maya! — Enzo chamou, batendo de leve na porta do quarto. — Você prometeu!
Ela abriu os olhos devagar, o coração ainda pesado dos acontecimentos do dia anterior. Por um segundo, levou tempo para lembrar onde estava, quem era, o que estava acontecendo. Depois, a realidade voltou inteira — o passado à espreita, Orion desconfiado, o nome que não podia ser dito.
Mas ali, naquele instante, havia apenas uma criança impaciente do