Sinto lágrimas arderem nos meus olhos ao ouvir aquelas palavras do senhor William, mas eu não podia desmoronar ali, na frente dele.
Ele me encara sem esboçar reação alguma. Viro-me rapidamente, aperto o botão e o elevador volta a subir. Assim que as portas se abrem, saio quase correndo, indo direto para o banheiro.
Estou me sentindo horrível. Ele não tinha o direito de falar aquilo comigo.
Quem ele pensa que é?
E, principalmente… quem ele pensa que eu sou?
Pelas palavras dele, fica claro: ele a