O sol do fim de tarde atravessava a janela do quarto do hospital, tingindo tudo com um dourado suave.
Isadora observava o bebê dormindo no bercinho ao lado da cama, o rosto sereno, a respiração tranquila — uma pequena melodia de paz depois da tempestade.
Leonardo, de pé junto à porta, falava ao telefone com uma expressão concentrada.
— Sim, coloque o berço no quarto principal, do lado esquerdo da cama... isso. E o móvel de apoio, perto da janela. — Pausou, ouvindo a resposta. — Não, sem nada de