ANTONELLA
Eu tinha acabado de sair do banho, pronta para voltar para casa, quando ouvi a gritaria. O som ecoou pela mansão como se alguém estivesse tentando derrubar o portão. Apertei a toalha no corpo e caminhei rápido para o quarto.
Maksim estava de costas para mim, rádio na mão, a voz baixa e firme — o tom de um Don irritado.
E então a ouvi.
Uma mulher.
Gritando o nome dele como se tivesse algum direito.
Ordenando que os soldados deixassem ela entrar.
Exigindo que Maksim saísse imediatament