Roza
Acordei nua no sofá de Patrik, coberta apenas por uma manta pesada que não escondia o fato de que eu tinha passado a noite ali. Por alguns segundos permaneci imóvel, encarando o teto, tentando organizar os pensamentos e entender se aquilo realmente tinha acontecido. Mas não havia dúvida. O corpo cansado, a mente lenta e a memória ainda quente deixavam claro que não tinha sido ilusão. E, para piorar, tinha sido bom demais para ser ignorado.
Afastei a manta com calma e me levantei, ainda ava