Narrado por Anya Petrova
O portão da mansão abriu-se com o som metálico de sempre, mas dessa vez havia algo diferente. Do carro preto, Dmitri saiu primeiro, o braço firme segurando Mikhail, que mal conseguia andar sozinho. O amigo mancava, a respiração curta, mas ainda assim havia um sorriso debochado estampado no rosto.
Eu, Polina e Darya ficamos paradas no hall, sem saber se corríamos para ajudar ou se ficávamos apenas observando. Era raro ver Dmitri assim, carregando alguém com tanto cuidado