Narrado por Dmitri Volkov
O carro mal parou diante da casa de Mikhail e eu já estava descendo. A porta da frente estava entreaberta, e um arrepio percorreu minha espinha. Não era normal. Nada na vida de um homem como ele ficava fora do lugar.
Entrei sem anunciar. O cheiro metálico de sangue tomou o ar. Passei pelo corredor estreito e o vi caído no chão da sala, apoiado contra a parede, respiração pesada. O sangue escorria de um corte profundo na testa e manchava a camisa.
Dmitri: — Mikhail!