Narrado por Anya Petrova
O quarto estava silencioso, apenas o som do mar batendo ritmado contra as pedras da ilha. Eu me enrolei no lençol branco, ainda com o coração apertado de saber que seria nossa última noite na Grécia. Amanhã voltaríamos para Moscou, para a realidade, para o peso do Don e de tudo o que aquilo significava.
Dmitri saiu do banheiro, os cabelos ainda úmidos da ducha, e se jogou ao meu lado na cama. Ele parecia mais leve, como se o mar tivesse lavado parte da dureza que sempre