Assim que atravessou o portão, Alana sentiu um arrepio subir pela espinha.
O lugar era enorme.
Silencioso demais.
Organizado demais.
Como se tudo ali tivesse sido planejado ao milímetro.
A casa parecia uma fortaleza.
Luxuosa.
Imponente.
Fria.
Não havia qualquer sensação de acolhimento.
Só controle.
Exatamente como Kael.
Alana soltou a mão dele assim que entrou.
Imediatamente.
Como se precisasse recuperar um pouco da própria autonomia.
— Então esse é seu esconderijo secreto? — ela