Depois da invasão, Kael não saiu do lado dela.
Nem por um segundo.
O que era reconfortante.
E irritante.
Ao mesmo tempo.
Alana estava sentada na cama enquanto dois seguranças verificavam novamente o quarto.
Porta.
Varanda.
Janelas.
Tudo.
Como se aquilo pudesse apagar o fato de que alguém já havia entrado.
Kael observava tudo em silêncio.
Braços cruzados.
Mandíbula travada.
Ele parecia uma bomba prestes a explodir.
— Eles terminaram? — Alana perguntou.
Um dos homens assentiu.
—