A campainha tocava insistentemente. Fátima resmungou no sono. Abriu os olhos e olhou pelo vidro fumado do quarto. O sol iluminava com uma luz fraca. Se era aurora ou pôr do sol, ela não sabia dizer. Sua cabeça pesava, com uma tremenda dor. Olhou para o relógio: cinco e meia. Da manhã ou da tarde, ela não sabia. Sentia-se completamente confusa.
O dia anterior foi frustrante, para dizer o mínimo. Esteve no pior hospital que alguma vez visitou. Fez um monte de exames, que no final deram em nada ala