Uma frente fria e com sabor a sal invadiu o quarto, num sopro repentino. O som de vida fazia-se ouvir de longe: as pessoas que conversavam, os carros que passavam, os barcos no mar e o som de aves que disputavam o pequeno-almoço ao pé do cais.
Elias estendeu seu braço procurando algo ao seu lado, puxando para junto de si uma almofada, a qual apertou, esfregando o rosto nela, ainda embalado no sono. O perfume dela estava impregnado naqueles lençóis, doce, quente com notas de especiarias orientai