Acordei com batidas fortes na porta.
Assustada, sentei na cama de repente. Olhei o relógio: 10h20. Quem estaria ali com tanta insistência?
Vesti de qualquer jeito a mesma calça jeans e a camiseta da noite anterior. Soltei o cabelo, ainda bagunçado, e fui descalça até a porta. Meu apartamento é minúsculo — um cômodo grudado no outro — e qualquer som parece mais alto do que deveria.
Olhei pelo olho mágico.
E recuei como se tivesse visto um espectro.
Era ele.
Ayman.
Meu coração começou a bater tão