ALINA
Eu observo a expressão de Gregorio ficar séria, seu rosto se fechando completamente.
“Você não tá falando sério, né?” Ele solta seco, com a voz grave e os olhos se arregalando.
“Eu só quero ver ele. Ainda é meu pai.” Eu insisto, tentando convencer. Eu realmente quero ir.
“Merda, Alina. Não chama ele assim.” Gregorio suspira, cheio de frustração.
Ele não gosta do meu pai. Já me disse inúmeras vezes que o odeia. E, sinceramente, qualquer um odiaria depois de ouvir tudo que ele fez. Mesmo as