Beatriz encarava aquele homem em surto, os dentes cerrados, tentando com todas as forças não brigar.
Doente. Insano. Louco.
Nada parecia suficiente para descrever Gabriel naquele momento.
Ele trancou a porta com chave e ainda passou mais duas trancas de segurança.
Depois disso, ficou ali, imóvel diante da porta, feito um carcereiro, como se estivesse vigiando sua própria prisão.
Beatriz deu meia-volta sem dizer nada, entrou no quarto e bateu a porta com firmeza.
Não valia a pena gastar energia c