Lá do alto, Renato observava Gabriel como quem encara alguém por quem já não resta um fio de paciência.
Sua voz saiu fria e direta, sem espaço para qualquer réplica.
— Pra que perder tempo falando com ele? Resolva isso.
— Sim, senhor. — Respondeu Karine com prontidão.
A garganta de Rafael travou.
“Resolver?
Resolver como?
Tipo… Cortar o pescoço ali mesmo?”
O medo fazia sentido. Aquilo seria crime no país.
Mas, vindo do Sr. Renato, Rafael acreditava que ele seria perfeitamente capaz.
Um formigame