— Pelo amor de Deus… não agora… — minha voz saiu fina, quase um choro engasgado.
Não pensei direito. Só agi.
Corri até a porta e gritei pros vapô que tavam mais perto.
— EI! PELO AMOR DE DEUS, AJUDA AQUI!
Em segundos, a casa se encheu.
Vassoura, Edy e mais dois. O clima fechou na hora. Ninguém zoou, ninguém falou alto. Eles viram o chefe no chão e entenderam tudo sem precisar explicar.
— Leva ele pro quarto — falei rápido. — Com cuidado, por favor.
Eles pegaram o Jogador como se fosse de