Eu sigo o Vassoura à distância.
Sem carro chamativo. Sem cria colado. Sem arma à mostra. Só eu, a moto desligada antes da curva, o capacete pendurado no braço e um gosto amargo na boca que não sai desde que Sayuri desapareceu.
O lugar é neutro. Um bar esquecido por Deus e lembrado só por quem quer resolver coisa suja. Um espaço aberto entre uns morros que fingem não se odiar quando convém. Concreto rachado, mesa velha no centro, cheiro de poeira quente misturado com ferrugem e abandono.
Perf