Elara se via em meio outra alucinação. Não conseguia se mover, mas estava consciente que sua mente traía seus sentidos. Do alto de uma torre, parada no guarda corpo de refinada construção, recoberta de luxuosas pedras de mármore, que formavam desenhos delicados, ela via uma praça se agitar, o silêncio se instalava na multidão. Uma voz feminina se erguia em meio a toda a gente. Citaras, duduks e tablas harmonizavam-se ao cântico hipnótico. Aquilo era para ela. Surpreendia-se. Estava sendo adorad