Ahmet seguia para o hospital universitário, precisava falar com Elara, de algum modo, fosse como fosse. Ele tinha acessos, poderia procurá-la a noite toda. Encontrava-a na cafeteira vazia, parcialidadeapagada, sozinha, parecia distante.
— Elara. - Ahmet a chamou. Percebia-a se sobressaltar, encarava-o, assustada. Parecia procurar uma fuga com o olhar. Ele levantou ambas as mãos, acalmava a gata assustada diante dele. - Calma... Eu não estou procurando confusão. - A cada passo, Elara agia, já e