Ahmet via o celular dela se iluminar, despertando-o com um sinete breve da notificação. Ele se percebia com Elara aninhada ao seu corpo, a cabeça apoiada em seu ombro e aconchegada a ele, indefesa, de pernas encolhidas, a prancheta no colo e as mãos soltas sobre o próprio colo. "Eu daria uma vida para poder ser assim sempre." Ele suspirou. Testou Elara, para saber se não despertaria, ela dormia, profundamente, relaxada. Chegava a ronronar, desmontada. Aquela não havia sido uma noite de terror.