— Bem... - Ahmet abriu os braços, entregava Elara na porta da própria casa. - Chegamos, me mostre o seu sofá.
— Ahmet, não é necessário. Moro aqui há anos. - Elara abria a porta. - Não é como se eu fosse ser atacada, do nada e, aliás, nem sei se foi tão do nada assim. Viu o material que recebi das vítimas?
— Não prestei atenção. Estava com uma antropóloga desmaiada nos braços. - Ele zombou, divertindo-a. - Papo de sessenta quilos, muito esforço.
— Eu não peso sessenta quilos! - Ela se ultrajav