O telefone tocou quando estava sentada na varanda, tentando convencer minhas costas de que aquela posição ainda era confortável. As meninas se mexiam com uma frequência que misturava carinho e incômodo, como se estivessem testando limites dentro de mim. Apoiei a mão na barriga, respirando fundo, antes de alcançar o celular sobre a mesinha.
Sorri assim que vi o nome na tela.
Mariane.
— Oi — atendi, já com a voz mais leve do que estava segundos antes.
— Finalmente! — ela reclamou do outro lado, r