Assim que fechei a porta do quarto de Soo-ah atrás de mim, encontrei Tae-ho parado no final do corredor. Ele tinha as mãos nos bolsos da jaqueta e o maxilar tenso — como sempre que estava incomodado com alguma coisa.
— Isso não podia esperar? — perguntei, mantendo a voz baixa, ainda sob o efeito do que havia acontecido dentro do quarto.
Ele não respondeu de imediato. Só me olhou.
— A gente precisa conversar — disse, por fim. — A sós.
Assenti, passando por ele em silêncio e seguindo até a varand